Realmente, nada acontece de novo
em nossas existências vãs: como os habitantes da caverna de Platão, hoje
habitamos nossas parcas e insossas salas e, de forma aconchegantemente idiota,
nos prostramos diante da tv, a qual, semelhante às sombras na caverna que
mostravam as disponibilidades da vida que não tinham sentido, deflete em clarões
catódicos a mesma idiotice e a certeza de que não caminhamos para lugar algum...GOSTO DE ESCREVER. NÃO PENSO MUITO. VOU SOMENTE DANDO VAZÃO ÀS PALAVRAS, AS QUAIS ACABAM POR CRIAR SENTIDO SOZINHAS. POR OUTRO LADO, ESTAS PALAVRAS SURGEM EM MINHA MENTE MAIS RÁPIDO QUE MINHAS MÃOS POSSAM ACOMPANHA-LAS E ESCREVE-LAS... DAI, MUITO SE PERDE NA IMENSIDÃO DA LENTIDÃO DE MEUS GESTOS..."
quarta-feira, 20 de julho de 2016
CAVERNA
Realmente, nada acontece de novo
em nossas existências vãs: como os habitantes da caverna de Platão, hoje
habitamos nossas parcas e insossas salas e, de forma aconchegantemente idiota,
nos prostramos diante da tv, a qual, semelhante às sombras na caverna que
mostravam as disponibilidades da vida que não tinham sentido, deflete em clarões
catódicos a mesma idiotice e a certeza de que não caminhamos para lugar algum...
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