Não me agrada muito a poesia,
cujas linhas sempre tentam se constituir por palavras e tempos verbais
difíceis. Não me agrada muito a poesia, pois não me é fácil apreender a angústia da
busca destas palavras e tempos verbais difíceis... Não me agrada muito a
poesia, principalmente daqueles que acreditam deter todas as palavras e todos
os tempos verbais difíceis... Prefiro à poesia, o aforismo, que imparcial e
desprovido de retoricas caquéticas, transcreve sereno e despreocupadamente, as
falácias todas, os amores ardentes, as ideias, mesmo que absurdas, sem
preconceitos e sem rodeios, mesmo que para tanto lance mão de subterfúgios como
palavras ou tempos verbais difíceis...GOSTO DE ESCREVER. NÃO PENSO MUITO. VOU SOMENTE DANDO VAZÃO ÀS PALAVRAS, AS QUAIS ACABAM POR CRIAR SENTIDO SOZINHAS. POR OUTRO LADO, ESTAS PALAVRAS SURGEM EM MINHA MENTE MAIS RÁPIDO QUE MINHAS MÃOS POSSAM ACOMPANHA-LAS E ESCREVE-LAS... DAI, MUITO SE PERDE NA IMENSIDÃO DA LENTIDÃO DE MEUS GESTOS..."
terça-feira, 19 de julho de 2016
POETA
Não me agrada muito a poesia,
cujas linhas sempre tentam se constituir por palavras e tempos verbais
difíceis. Não me agrada muito a poesia, pois não me é fácil apreender a angústia da
busca destas palavras e tempos verbais difíceis... Não me agrada muito a
poesia, principalmente daqueles que acreditam deter todas as palavras e todos
os tempos verbais difíceis... Prefiro à poesia, o aforismo, que imparcial e
desprovido de retoricas caquéticas, transcreve sereno e despreocupadamente, as
falácias todas, os amores ardentes, as ideias, mesmo que absurdas, sem
preconceitos e sem rodeios, mesmo que para tanto lance mão de subterfúgios como
palavras ou tempos verbais difíceis...
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