Uma intolerância, uma aversão, um
escárnio, um desprezo, uma raiva, um dó, um medo, um descaso.... Na verdade não
sei ao certo qual destes sentimentos posso aferir à eloquência falsa e ensandecida
da dialética e da dinâmica social deste país, seus trejeitos em lidar com as
nossas vidas, as resoluções das lides, da acupuntura social e compulsória - sem
anestesia - que numa diastrofia insana, me acabrunha a alma, tenta me ludibriar
e insistir a acreditar que tudo vai bem. Nada está bem, salvo melhor juízo
daqueles que criam todas estas balburdias políticas que visam apenas a
satisfação pessoal de poucos. Sou apenas um número, sou apenas um cepeéfe, uma
pequena máquina que única e exclusivamente tem a missão de contribuir,
compelido pela ânsia e a necessidade daqueles que muito porcamente nos
governam. Sou apenas mais um, um sem rosto, um descamisado, um camponês que
ainda vive em um regime feudal, onde o senhor detentor de todo o poder apenas
suga as nossas forças e, nosso dinheiro, nos fazendo lembrar sempre, como é difícil
sermos honestos...GOSTO DE ESCREVER. NÃO PENSO MUITO. VOU SOMENTE DANDO VAZÃO ÀS PALAVRAS, AS QUAIS ACABAM POR CRIAR SENTIDO SOZINHAS. POR OUTRO LADO, ESTAS PALAVRAS SURGEM EM MINHA MENTE MAIS RÁPIDO QUE MINHAS MÃOS POSSAM ACOMPANHA-LAS E ESCREVE-LAS... DAI, MUITO SE PERDE NA IMENSIDÃO DA LENTIDÃO DE MEUS GESTOS..."
terça-feira, 19 de julho de 2016
FEUDO
Uma intolerância, uma aversão, um
escárnio, um desprezo, uma raiva, um dó, um medo, um descaso.... Na verdade não
sei ao certo qual destes sentimentos posso aferir à eloquência falsa e ensandecida
da dialética e da dinâmica social deste país, seus trejeitos em lidar com as
nossas vidas, as resoluções das lides, da acupuntura social e compulsória - sem
anestesia - que numa diastrofia insana, me acabrunha a alma, tenta me ludibriar
e insistir a acreditar que tudo vai bem. Nada está bem, salvo melhor juízo
daqueles que criam todas estas balburdias políticas que visam apenas a
satisfação pessoal de poucos. Sou apenas um número, sou apenas um cepeéfe, uma
pequena máquina que única e exclusivamente tem a missão de contribuir,
compelido pela ânsia e a necessidade daqueles que muito porcamente nos
governam. Sou apenas mais um, um sem rosto, um descamisado, um camponês que
ainda vive em um regime feudal, onde o senhor detentor de todo o poder apenas
suga as nossas forças e, nosso dinheiro, nos fazendo lembrar sempre, como é difícil
sermos honestos...
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